A Influência dos Elementos da Astrologia, do Visagismo e da Teoria de Hipócrates na Estética

Transit of Venus by Paula Hallman

Paula Hallman

Bruna Tatiele Bassani Duarte, Camila Redlich & Fabiana Thives

Resumo

 Na atualidade busca-se aliar a estética a personalidade de cada indivíduo por uma tentativa de responder algumas inquietações contemporâneas como à insatisfação com sua imagem visual, a baixa autoestima, a falta de aceitação da sociedade por uma beleza não enquadrada nos padrões estéticos. Estudar o rosto é desnudar a face, reconhecendo através da linguagem visual todas as particularidades de cada indivíduo. Neste contexto o objetivo do presente artigo é analisar a influência dos elementos da Astrologia, do Visagismo e da Teoria de Hipócrates na Estética, baseado no pressuposto de que a partir do momento que o profissional conseguir fazer a leitura dos traços fisionômicos, desnudando esta face em partes, permitirá identificar o temperamento predominante que caracteriza o “eu” de cada um, e assim direcionar o seu trabalho com mais estilo, qualidade e diferencial por valorizar a estética à personalidade. Esta pesquisa tem como seleção de amostragem analisar 12 faces que representem 3 exemplos de cada formato geométrico básico com ângulos: quadrado, triangular, hexagonal e cônico e a influência dos elementos da Astrologia, do Visagismo e da Teoria de Hipócrates nos mesmos. As modelos que fizeram parte da amostra são voluntárias do Campus de Balneário Camboriú que após preencherem o termo de aceite foram fotografadas as suas faces para análise e verificação de uma concordância nos estudos acima. Após os registros fotográficos foram usados os quadros teóricos fundamentados nos autores sobre a área de Visagismo, Astrologia, Teoria de Hipócrates como metodologia para análise e verificação de coerência das teorias citadas para prática na estética.

Introdução

Paula Hallman Sonata ao Luar

Paula Hallman

Para obter um diferencial na estética, o profissional deve estar procurando por conhecimentos específicos desde conceitos considerados conservadores aos mais inovadores, libertando-se de soluções padronizadas. Sendo da responsabilidade do profissional analisar cada cliente como um sujeito único, que busca uma imagem visual que harmonize sua estrutura física, biótipo, personalidade, profissão, idade e estilo de vida com uma estética de valorização da sua beleza.

Um dos caminhos para diferenciar-se na estética encontra-se no conhecimento aplicado do visagismo no processo de analise e definição dos procedimentos de embelezamento conforme as características pessoais e traços fisionômicos. Para o autor brasileiro especialista em visagismo, a palavra francesa visage,significa rosto. Estudar o rosto é desnudar a face, reconhecendo através da linguagem visual as estruturas ósseas, musculares, cartilagens e pigmentos que mapeiam todas as particularidades de cada individuo, ou seja, sua identidade, os pontos fortes e os pontos não tão agradáveis a apreciação. Para o idealizador da técnica de visagismo o maquiador e cabeleireiro francês Fernand Aubry a beleza é a expressão das qualidades interiores e os profissionais da estética deverão adequar com harmonia estas expressões com procedimentos que revelem belezas desconhecidas.

A partir desta análise facial, os profissionais podem coligar algumas características da personalidade com a escolha ideal do procedimento estético que mais harmonize com sua beleza. Para isto, conhecer os tipos de temperamentos será fundamental a adequação e resultado da estética.

A palavra temperamento significa “mistura de proporções” é o que define as reações de cada pessoa em relação à vida, frente aos seus obstáculos e bem como às suas graças.

Galeno, médico e filósofo romano de origem grega, no século II DC, com o prestígio de sua autoridade, revitalizou a doutrina humoral e ressaltou a importância dos quatro temperamentos, conforme o predomínio de um dos quatro humores: sanguíneo, colérico, fleumático e melancólico. Em cada pessoa predomina um dos quatro temperamentos tendo possíveis influências externas e genéticas.

Desde a antiguidade o numero quatro tem o simbolismo de plenitude, totalidade, abrangência. Expressando também o concreto, o visível, o criado.

A Astrologia é baseada nos quatros elementos da natureza que representam diferentes formas de expressão dessa energia que são construtoras invisíveis das estruturas da vida.

Este novo conceito de visagismo trará uma anamnese mais completa onde os profissionais da área da estética possam ser mais precisos visualizando a verdadeira expressão do temperamento, o que o mais sofisticado aparelho de imagem jamais enxergará. Cada tipo facial exterioriza através dos traços faciais sua imagem e é esta imagem que conta para o mundo, como a pessoa é e como ela gosta de ser tratada.

Na atualidade busca-se aliar a estética à personalidade de cada individuo por uma tentativa de responder algumas inquietações contemporâneas como a insatisfação com sua imagem visual, a baixa autoestima, a falta de aceitação da sociedade por uma beleza não enquadrada nos padrões.

Neste contexto o objetivo do presente artigo é analisar a influência dos elementos da Astrologia, do visagismo e da teoria de Hipócrates na estética, baseado no pressuposto que a partir do momento que o profissional conseguir fazer a leitura dos traços fisionômicos, desnudando está face em partes permite identificar o temperamento predominante que caracteriza o “eu” de cada um, e assim direciona o seu trabalho com mais estilo, qualidade e diferencial por valorizar a estética e a personalidade.

Fundamentação Teórica

 Visagismo

Moon on Moon by Paula Hallman

Paula Hallman

Na atualidade o conhecimento de visagismo vem gradualmente sofisticando-se devido às contribuições de estudos diferenciados. É uma percepção, onde a imagem é revelada ou é valorizada através de ferramentas que emolduram a face, fazendo com que beleza individual fique ressaltada, aliando a técnica de acordo com o perfil de cada pessoa.

O conhecimento em visagismo normatiza as insatisfações das pessoas em relação a sua imagem externa. Quando aplicado como ferramenta na harmonia e estética, deve-se saber que as cores, formatos e outros elementos, podem ser usados para criar uma imagem, podendo afetar diretamente na percepção e ação das pessoas, provocando sensações positivas ou negativas.

Adequar à escolha de procedimentos estéticos conforme as técnicas de visagismo asseguram ao profissional que o resultado do seu trabalho esteja mais próximo de responder as expectativas dos seus clientes.

A aplicação do visagismo deverá ser feita para uma descrição do diagnóstico, onde o profissional ao analisar a face, através de uma metodologia que relaciona os traços fisionômicos do rosto as formas geométricas. Segundo os autores Hallawell especialista em visagismo e o médico Sérgio Luiz cada face exterioriza seus sentimentos, através do registro marcado por suas linhas de expressão e pelos elementos que correspondem cada forma geométrica, com o temperamento predominante. Estes elementos são identificados tanto na Astrologia, na medicina e no visagismo como Ar, Terra, Água e Fogo.

Os Quatro Elementos

Waiting for her Parade by Paula Hallman

Paula Hallman

O conhecimento sobre os quatro elementos é milenar. A filosofia e as ciências, em sua origem, os colocaram na base de todas as coisas.

 Aristóteles (384 a.C), além de concordar com os quatro elementos, acrescentou que eles possuem propriedades básicas, a saber, ao fogo estão associadas a secura e o calor, ao ar o calor e a umidade, à água a umidade e o frio, a terra o frio e a secura.

 O médico Hipócrates (460-377 a.C) relacionou esta teoria cósmica à saúde das pessoas, criando a teoria dos humores ou dos temperamentos. Dizia ele que 4 humores físicos, isto é, sangue, bílis preta (atrabílis), bílis amarela (bílis), fleuma (linfa), estavam respectivamente ligados a 4 temperamentos da personalidade.

 A teoria, portanto, afirma que a química do corpo determina o tipo de temperamento. Dizia Galeno, donde surgiu à expressão temperamento dos quatro humores corporais; o excesso de um dos humores provocava doenças no corpo e traços exagerados de personalidade.

 Convém saber que não é somente por meio do formato do rosto, que se reconhece o temperamento de uma pessoa. Outra forma de identificar os temperamentos é analisar as ações, hábitos, ritmo de vida que cada indivíduo, bem como suas peculiaridades.

 Temperamento Sanguíneo

Elemento: Ar

Contorno do Rosto Hexagonal

A forma geométrica do hexágono faz com que, neste rosto, a afetividade seja maior: o querer e o pensar. A pessoa que possui o rosto com esse formato, tem necessidade grande de ser amada. É alegre, muito otimista, geralmente esta de bom humor, cria laços de amizade com facilidade, sendo bem sucedida em situações em que é preciso o contato social. Executa suas tarefas com rapidez e aprecia correr de uma atividade para a outra.

 É o temperamento dos curiosos, inquietos, bem humorados, interessados em várias coisas ao mesmo tempo, desprendidos e que em desequilíbrio podem ser inseguros, instáveis, volúveis.

 Caracterização de indivíduos com o corpo atlético e vigoroso, nos quais o humor corporal predominante é o sangue, força, rapidez e emoções superficiais identificam o formato hexagonal.

Temperamento Melancólico

Elemento: Terra

Contorno do Rosto Triangular

O triângulo indica movimento da base para o vértice podendo ser ascendente, descendente ou lateral. É o princípio da mobilidade. Então, o rosto triangular pertence a pessoas com movimentos de excessiva vibratilidade, espírito inquieto e incapaz de longas esperas. Da predominância do aparelho nervoso, depende a grande excitabilidade dos movimentos dessa pessoa.

 Dominados por esse elemento são pessoas introspectivas, concentradas, que analisam a fundo os fatos e podem tornar- se pessimistas e deprimidas, quando em desequilíbrio.

 São considerados indivíduos tristes e melancólicos que exibem excesso de bile negra, designados pelas emoções intensas e vagarosidade das ações.

Temperamento Fleumático

Elemento: Água

Contorno do Rosto Cônico

As pessoas com o rosto cônico possuem a calma necessária tanto em situações de êxito, como nas de fracasso, refletindo longamente antes de tomar suas decisões. São propensas ao misticismo, fiéis e pode-se contar com elas. Às vezes ficam apáticas e indiferentes.

 São pessoas tranquilas, lentas, concentradas, sonhadoras, com especial prazer em alimentar-se e que em desequilíbrio tendem à inércia física e mental, a obesidade e problemas digestivos.

 Caracterizado pela ausência de reações emocionais e vagarosidade no agir.

 É importante saber que o ser humano traz consigo os quatro elementos: Terra, Fogo, Ar e Água. Porem, geralmente se sobressai um ou mais de um elemento, por isso, denomina-se o temperamento da pessoa por meio do mais incisivo dos elementos. Como já visto anteriormente, a variedade dos formatos de rostos é imensa. Um mesmo rosto apresenta em seus traços, as formas mais variadas possíveis.

 O ser humano, em cada fase da sua vida, tem a influencia de determinado elemento. Assim: na infância é o Ar – o movimento, a rapidez, a leveza; na juventude, a partir da puberdade, é o Fogo – as paixões, os arrebatamentos; na idade madura, a Terra o concreto; na velhice, a Água – a fluidez, a mansidão, a nutrição.

 Quando se passa por essas fases, é necessário encontrar o equilíbrio adequado para olhar o Universo com uma boa dose de compreensão e sabedoria.

Temperamento Colérico

Elemento: Fogo

Contorno do Rosto Quadrado

Não só o contorno do rosto quadrado chama a atenção, mas também a mandíbula angulosa e um tanto proeminente. Quem possui o elemento Fogo sente força e é impelido para as ações e para o mundo. A manifestação dessa força pode dar-se não só em atos e conquistas, mas também em atos espirituais. A simetria angular e fechada do quadrado lembra o pólo masculino, a estabilidade, a resistência.

 É atribuído ás pessoas ousadas, dinâmicas, lideres natos, prontos a encarar desafios, que em desequilíbrio, tornam-se agressivas, ditadoras e orgulhosas.

 As pessoas que têm o rosto quadrado não gostam que zombem delas e ofendem-se facilmente. Entre os rostos quadrados, encontramos muitos atletas pelas qualidades que esse temperamento dá: energia, atividade física e vontade de realização.

 São indivíduos facilmente irritáveis, nos quais predomina a bile amarela, possuem rapidez e impetuosidade o agir.

Teoria de Hipócrates – Temperamento

Painting Photo by Paula Hallman

Paula Hallman

A idéia de que os seres humanos são identificados por classes ou tipos, têm estado presentes desde os tempos mais antigos entre os pesquisadores da personalidade humana. “A palavra temperamento vem do latim temperareque significa equilíbrio”.

 Esta noção está ligada à teoria dos humores de Empédocles e de Hipócrates. Conforme a teoria, o equilíbrio entre os elementos que compõem este mesmo ser é a condição de saúde que depende dos humores corpóreos em igualdade. Sua combinação ocasiona os temperamentos e existem relações entre o caráter do homem, temperamento, aparência física e afetos.

 Para Hipócrates o temperamento seria a forma mais primitiva de reação de um ser humano frente aos fatos e obstáculos da própria vida. É uma inscrição psíquica, mas registrada no biológico, no hereditário, no orgânico. Os humanos nasceriam já com uma predisposição básica de reação.

 Segundo Barclay, temperamento é útil apesar de ser praticamente inviável definir precisamente. Ele interage com influências externas. Suas manifestações são mais estáveis durante a vida do que qualquer outro aspecto da personalidade.

 De acordo com estudos psíquicos temperamento é mais comumente entendido como se referindo ao aspecto da personalidade que diz respeito às disposições e reações emocionais, bem como de sua rapidez e intensidade.

 Os estudiosos Hipócrates, Barclay e o médico Sérgio Luiz concluem que em algumas pessoas podem ocorrer os quatro humores perfeitamente equilibrados, porem na maioria dos casos há predominância de um ou dois humores. Isso contribuiria tanto para a formação de tipos físicos diferentes como de personalidades diferentes.

 A partir do temperamento foram iniciados os estudos da personalidade das pessoas, onde é possível identificar a necessidade e objetivo dos clientes, saciando as expectativas, agradando a essência do individuo construindo uma imagem a positiva aumentando a probabilidade de sucesso em sua busca do belo.

 Percebe-se pelo quadro que os temperamentos possuem relação direta com o formato geométrico da face e ao elemento característico; que é possível identificar o temperamento predominante e a sua implicação no organismo humano. “A técnica realmente tem o poder de alterar significativamente a estrutura da imagem do ser humano com isso da mesma maneira que podemos alcançar o equilíbrio da imagem com o temperamento do cliente podemos também, ao trabalhar na escuridão dos conhecimentos do visagismo causar danos irreparáveis na imagem do ser humano e trazer conflitos nunca antes experimentados pelo individuo”.

Quadro:Sequência do elemento com sua qualidade o humor expressado pelo formato de rosto segundo a classificação de Martinez. Os temperamentos podem ser classificados de acordo com os elementos e os formatos.

Astrologia

moondance by Paula Hallman

Paula Hallman

A palavra astrologia tem origem do grego αστρολογίαe remete-se ao latim por astrologia. Numa definição acadêmica, pode se compreender a Astrologia como estudo ou conhecimento da influência dos astros, especialmente de signos, no destino e no comportamento dos homens.

(SPECTRUM, 2011)

 O signo é composto pela sua forma física e por um conceito mental que lhe esta associado, e que este conceito é por sua vez uma apreensão da realidade externa. O signo apenas se relaciona com a realidade através dos conceitos e das pessoas que o usam.

(NEVES, 2006)

 O signo representa algo e remete o interpretante a essa instância, entretanto, não expressa à realidade em si e como um todo, pois ele não é propriamente aquilo que representa, caso o fosse, perderia a sua funcionalidade de signo e limitar-se ia a ser objeto.

(BROSSO, 1999)

 Agora, como signo simbólico, ele nos faz compreender e analisar as convenções da sociedade em que se vive, na qual todos os seus atos e suas formas de expressão refletem as peculiaridades do seu espaço e tempo. Sua língua e os instrumentos utilizados para convencioná-la, as palavras, tornam-se elementos que caracterizam a realidade no qual está inserido; a maneira de se vestir; o seu comportamento e a própria forma de se portar perante o mundo são símbolos de sua personalidade.

(BROSSO e VALENTE, 1999)

 No senso comum a maioria das pessoas tem curiosidade em ler o que o seu signo descreve. Relacionar o signo da pessoa com as características dos 4 elementos, com o humor predominante e associar com as características físicas da mesma pode ser a principio uma teoria complexa, todavia quando aplicado para fins estéticos pode servir como um instrumento complementar e diferenciado para os profissionais.

Quadro:Segundo os estudos astrológicos por Helena Avelar e Luis Ribeiro os signos são regidos pelos quatros elementos e suas qualidades e seus temperamentos.

Neste contexto para obtermos o objetivo do presente artigo de analisar a influência dos elementos da Astrologia, do Visagismo e da teoria de Hipócrates na Estética, serão analisadas através de fotografias as quatro formas mais básicas da face para constatar o quanto da veracidade do estudo e colocá-lo em prática.

É sabido que o ser humano possui modelos mentais e estes nem sempre são suscetíveis a novas idéias. “Nossos modelos mentais limitam novas possibilidades de opções. Fazer novas opções é sempre doloroso, principalmente quando isso requer abandonar ou reestruturar caminhos não trilhados”.

 Não que seja um caminho fácil, todavia necessário principalmente em se falando de pesquisa, trazer questões inovadoras e que respondam as necessidades específicas para um melhor entendimento e consequentemente embelezamento da face através de áreas como a Astrologia, apesar de não ser uma ciência comprovada é de grande valia analisar o seu conteúdo e as contribuições também na estética, e fazer com que o físico e o emocional sejam íntegros.

Metodologia

Copyright Paula Hallman

Paula Hallman

Este estudo classifica-se como uma pesquisa bibliográfica que foi elaborada no presente artigo através de livros, periódicos e materiais disponíveis da área da estética, do Visagismo, da teoria dos 4 elementos, da Teoria de Hipócrates (temperamentos) e da Astrologia. Ela se classifica como uma pesquisa qualitativa e exploratória. “A abordagem da investigação qualitativa exige que o mundo seja examinado com a idéia de que nada é trivial, que tudo tem potencial para constituir uma pista que nos permita estabelecer uma compreensão mais esclarecedora do nosso objeto de estudo”. Está pesquisa tem como seleção de amostragem analisar 12 faces que representem 3 exemplos de cada formato geométrico básico com ângulos: quadrado, triangular, hexagonal e cônico e a influência dos elementos citados acima nos mesmos. As modelos que farão parte da amostra serão voluntárias do Campus de Balneário Camboriú que após preencherem o termo de aceite serão fotografadas as suas faces para análise e verificação se há uma concordância nos estudos relatados no artigo. Após os registros fotográficos serão usados os quadros fundamentados nos autores sobre a área de Visagismo, 4 elementos, Astrologia e a Teoria de Hipócrates como base para análise e verificação de coerência das teorias para prática na estética.

Análise de Dados

 Modelo A

A cor verde sinaliza onde as teorias entram em concordância e a cor cinza onde houve divergência.

 Análise e interpretação de dados da modelo A: Após leitura de confronto das teorias com a fotografia foi verificado que o formato geométrico hexagonal descrito da face entra em concordância com a teoria comprovada de Hipócrates com os 4 elementos fornecendo assim a descrição do temperamento predominante. Todavia a teoria da Astrologia que classifica os signos e designa um elemento correspondente, não houve concordância, por isso não indicado utilizar a teoria da Astrologia para fins estéticos.

 Modelo B

A cor verde sinaliza onde as teorias entram em concordância e a cor cinza onde houve divergência.

 Análise e interpretação de dados da modelo B: Após leitura de confronto das teorias com a fotografia foi verificado que o formato geométrico hexagonal descrito da face entra em concordância com a teoria comprovada de Hipócrates com os 4 elementos fornecendo assim a descrição do temperamento predominante. Todavia a teoria da Astrologia que classifica os signos e designa um elemento correspondente, não houve concordância, por isso não indicado utilizar a teoria da Astrologia para fins estéticos.

 Modelo C

 

A cor verde sinaliza onde as teorias entram em concordância e a cor cinza onde houve divergência.

 Análise e interpretação de dados da modelo C: Após leitura de confronto das teorias com a fotografia foi verificado que o formato geométrico hexagonal descrito da face entra em concordância com a teoria comprovada de Hipócrates com os 4 elementos e com a teoria da Astrologia, fornecendo assim a descrição do temperamento predominante e podendo assim orientar com segurança o tratamento estético ideal.

 Modelo D

A cor verde sinaliza onde as teorias entram em concordância e a cor cinza onde houve divergência.

 Análise e interpretação de dados da modelo D: Após leitura de confronto das teorias com a fotografia foi verificado que o formato geométrico triangular descrito da face entra em concordância com a teoria comprovada de Hipócrates com os 4 elementos fornecendo assim a descrição do temperamento predominante. Todavia a teoria da Astrologia que classifica os signos e designa um elemento correspondente, não houve concordância, por isso não indicado utilizar a teoria da Astrologia para fins estéticos.

Modelo E

A cor verde sinaliza onde as teorias entram em concordância e a cor cinza onde houve divergência.

 Análise e interpretação de dados da modelo E: Após leitura de confronto das teorias com a fotografia foi verificado que o formato geométrico triangular descrito da face entra em concordância com a teoria comprovada de Hipócrates com os 4 elementos fornecendo assim a descrição do temperamento predominante. Todavia a teoria da Astrologia que classifica os signos e designa um elemento correspondente, não houve concordância, por isso não indicado utilizar a teoria da Astrologia para fins estéticos.

 Modelo F

A cor verde sinaliza onde as teorias entram em concordância e a cor cinza onde houve divergência.

 Análise e interpretação de dados da modelo F: Após leitura de confronto das teorias com a fotografia foi verificado que o formato geométrico triangular descrito da face entra em concordância com a teoria comprovada de Hipócrates com os 4 elementos fornecendo assim a descrição do temperamento predominante. Todavia a teoria da Astrologia que classifica os signos e designa um elemento correspondente, não houve concordância, por isso não indicado utilizar a teoria da Astrologia para fins estéticos.

 Modelo G

A cor verde sinaliza onde as teorias entram em concordância e a cor cinza onde houve divergência.

 Análise e interpretação de dados da modelo G: Após leitura de confronto das teorias com a fotografia foi verificado que o formato geométrico quadrado descrito da face entra em concordância com a teoria comprovada de Hipócrates com os 4 elementos fornecendo assim a descrição do temperamento predominante. Todavia a teoria da Astrologia que classifica os signos e designa um elemento correspondente, não houve concordância, por isso não indicado utilizar a teoria da Astrologia para fins estéticos.

 Modelo H

A cor verde sinaliza onde as teorias entram em concordância e a cor cinza onde houve divergência.

 Análise e interpretação de dados da modelo H: Após leitura de confronto das teorias com a fotografia foi verificado que o formato geométrico quadrado descrito da face entra em concordância com a teoria comprovada de Hipócrates com os 4 elementos fornecendo assim a descrição do temperamento predominante. Todavia a teoria da Astrologia que classifica os signos e designa um elemento correspondente, não houve concordância, por isso não indicado utilizar a teoria da Astrologia para fins estéticos.

 Modelo I

A cor verde sinaliza onde as teorias entram em concordância e a cor cinza onde houve divergência.

 Análise e interpretação de dados da modelo I: Após leitura de confronto das teorias com a fotografia foi verificado que o formato geométrico quadrado descrito da face entra em concordância com a teoria comprovada de Hipócrates com os 4 elementos fornecendo assim a descrição do temperamento predominante. Todavia a teoria da Astrologia que classifica os signos e designa um elemento correspondente, não houve concordância, por isso não indicado utilizar a teoria da Astrologia para fins estéticos.

 Modelo J

A cor verde sinaliza onde as teorias entram em concordância e a cor cinza onde houve divergência.

 Análise e interpretação de dados da modelo J: Após leitura de confronto das teorias com a fotografia foi verificado que o formato geométrico cônico descrito da face entra em concordância com a teoria comprovada de Hipócrates com os 4 elementos fornecendo assim a descrição do temperamento predominante. Todavia a teoria da Astrologia que classifica os signos e designa um elemento correspondente, não houve concordância, por isso não indicado utilizar a teoria da Astrologia para fins estéticos.

 Modelo K

A cor verde sinaliza onde as teorias entram em concordância e a cor cinza onde houve divergência.

 Análise e interpretação de dados da modelo K: Após leitura de confronto das teorias com a fotografia foi verificado que o formato geométrico cônico descrito da face entra em concordância com a teoria comprovada de Hipócrates com os 4 elementos e com a teoria da Astrologia, fornecendo assim a descrição do temperamento predominante e podendo assim orientar com segurança o tratamento estético ideal.

 Modelo L

A cor verde sinaliza onde as teorias entram em concordância e a cor cinza onde houve divergência.

 Análise e interpretação de dados da modelo L: Após leitura de confronto das teorias com a fotografia foi verificado que o formato geométrico cônico descrito da face entra em concordância com a teoria comprovada de Hipócrates com os 4 elementos fornecendo assim a descrição do temperamento predominante. Todavia a teoria da Astrologia que classifica os signos e designa um elemento correspondente, não houve concordância, por isso não indicado utilizar a teoria da Astrologia para fins estéticos.

 Considerações Finais

Time Traveler

Paula Hallman

O objetivo do presente artigo foi analisar a influência dos elementos da Astrologia, do Visagismo e da teoria de Hipócrates na estética, baseado no pressuposto de que a partir do momento que o profissional conseguir fazer a leitura dos traços fisionômicos, desnudando está face em partes permite identificar o temperamento predominante que caracteriza o “eu” de cada um, e assim direciona o seu trabalho com mais estilo, qualidade e diferencial por valorizar a estética e a personalidade. Com os estudos apresentados devemos salientar que foi de grande valia, pois através de análise das teorias com as faces podemos comprovar que a Astrologia apesar de possuir um estudo completo, não pode ser utilizada como referencial para o profissional esteta nos procedimentos estéticos de forma segura, pois não houve total concordância com as outras teorias quando analisado e colocado em prática na analise da face das modelos. Somente em duas modelos que houve uma concordância da teoria com os outros critérios. Todavia o estudo da Teoria de Hipócrates e os 4 elementos obtiveram uma fundamentação completa, havendo total concordância com o objetivo do artigo e com a análise das faces das modelos.

 Esta análise das teorias e das faces teve uma contribuição científica significante para área da estética, pois jamais antes teve algum tipo de pesquisa relacionando estas teóricas para prática da estética. O profissional estético deve seguir a tendência da personalização do seu cliente, ao analisar a face poder observar evidencias da personalidade, das expressões do emocional para selecionar o tratamento que mais se adéqua a sua necessidade visual, emocional e psicológica. Se o resultado for insatisfatório, pode comprometer a autoestima e ou afetar no emocional do indivíduo de forma negativa.

 Através desse estudo, o profissional esteta poderá agregar uma nova técnica de avaliação, investigação da real necessidade do seu cliente, e posteriormente executar o seu serviço estético com mais segurança, diferencial e exclusividade com a comprovação de que as teorias de Visagismo e os 4 elementos de Hipócrates tem sua contribuição e valia para estética inovando assim a forma de avaliar e harmonizar a imagem, o emocional e a personalidade do seu cliente.

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Paula Hallman

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